Ana Paula do Vale Advogada

PortugueseEnglish

Por que o divórcio é traumático?

Algumas pessoas entendem e outras não. Se você foi tocado de perto pelo divórcio, sabe que o divórcio é traumático. É mais do que apenas uma separação; é um colapso de uma vida juntos. Esse colapso é uma perda, e essa perda é grande. O trauma é definido de muitas maneiras diferentes. É mais comumente pensado como uma lesão física ou mental ou dano infligido de forma inesperada ou repentina.

O trauma do divórcio é real e é por isso que muitos acham tão difícil lidar com esse grande evento da vida. É importante entender por que o divórcio é tão traumático. Quanto melhor entendermos o que estamos passando e por que estamos nos sentindo do jeito que estamos, mais fácil será enfrentar a tempestade emocional e chegar ao outro lado.  Querendo ou não, voltar a uma vida de solteiro pode ser uma coisa surpreendentemente difícil de fazer diante da turbulência emocional do divórcio.

Você está pensando em divórcio?

O Divórcio seja ele consensual ou litigioso, é sempre um momento delicado para ambos os lados e a complexidade aumenta quando existem filhos dessa relação.

Entender como funcionam as formas de realizar um divórcio pode diminuir muito os transtornos advindos da ruptura.

Todos estão de acordo?

• Se não estiverem de acordo, o divórcio deverá ser litigioso;

• Se todos estiverem de acordo e não tiverem filhos, o divórcio poderá ser consensual e poderá ser feito direto no cartório;

• Se todos estiverem de acordo, mas tiverem filhos menores, ou a mulher esteja grávida, o divórcio será consensual, mas deverá ser judicializado, pois não poderá ser feito diretamente no cartório;

• Se tiverem de acordo, mas tiverem dificuldades de acertar determinados pontos controvertidos, as partes podem fazer uso da Mediação para chegarem em um denominador comum e depois pedir homologação do acordo.

Em todas essas situações é necessária a assistência de advogados.

No entanto, se o divórcio for consensual, tanto por meio judicial ou extrajudicial, um mesmo advogado poderá representar as duas partes.